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05/03/2019

O FILHO DE MIL HOMENS (Valter Hugo Mãe)



Uma experiência de amor pela humanidade que explica, como, afinal, o sonho muda a vida.
Crisóstomo, um pescador solitário, ao chegar aos quarenta anos de idade, decide fazer o seu próprio destino. Inventa uma família, como se o amor fosse sobretudo a vontade de amar.

30/05/2016

Na Rota das Especiarias de Malaca à Austrália

“NA ROTA DAS ESPECIARIAS DE MALACA À AUSTRÁLIA”   Matos, Artur Teodoro de
INCM, 1995

Este livro pretende informar o leitor sobre os locais onde os Portugueses foram procurar as diversas especiarias no século XVI, o modo como se processou esse contacto e as diversas terras que, por virtude dessas viagens, foram deparando.

À Procura da Liberdade Antologia

“À PROCURA DA LIBERDADE ANTOLOGIA”   
Organização de Gama, Jaime; Ribeiro, Gonçalo Almeida
Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014

Nesta antologia reúne-se um conjunto de pequenos excertos de grandes clássicos do pensamento que integram o património intelectual da liberdade na cultura ocidental. Esta é uma selecção criteriosa e plural, em que é dada a palavra, tão eloquente e profunda quanto possível, a apologistas e críticos da liberdade, e aos protagonistas das múltiplas concepções alternativas e rivais da ideia de liberdade que nos legaram dois mil e quinhentos anos de refexão sobre o tema.

Limites da Ciência

“LIMITES DA CIÊNCIA” 
 Calado, Jorge
Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014
A ciência é infinda, mas limitada. Alguns limites são internos: as regras, leis, princípios, teoremas, etc., que a própria ciência produz. Outros, impostos pelas técnicas e instrumentos de medida, são provisórios. A língua (matemática) e a linguagem científicas também podem ser obstáculos à comunicação. Os verdadeiros limites da ciência são, porém, de natureza ética, política, económica e financeira. Neste ensaio são analisados os quatro CC da ciência: o seu carácter (nomeadamente a serendipidade da descoberta científica), as crises causadas pela censura e pelo mau comportamento científico (erro, plágio, fraude), o papel do capital (financiamento e administração da ciência) e as catástrofes (naturais, como a erupção da Krakatoa, em 1883; ou devidas a falha humana, como Bhopal, Chernobyl e Golfo do México). São também discutidas as ameaças vinda do espaço, os sobressaltos do bioterrorismo e das nanotécnicas e o destino do lixo nuclear. Numa época em que a guerra se trava já no ciberespaço, o leitor é alertado para os perigos latentes da (super)inteligência artificial.

Portugal e a Europa: Novas Cidadanias

“PORTUGAL E A EUROPA: NOVAS CIDADANIAS” 
  Lobo, Marina Costa
Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013
Passados quase quarenta anos do 25 de Abril, o que significa ser cidadão em Portugal hoje? E de que forma é que a pertença à União europeia modificou os direitos de cidadania e o seu uso?
Ao longo do livro, juristas, politólogos e sociólogos fazem um retrato da evolução em Portugal nas últimas décadas do ponto de vista dos vários direitos de cidadania. É um olhar que põe a vontade política em contraste com a realidade social e cultural de um país em mudanças, com ambição, contradições, algumas falhas e outros tantos êxitos.
No seu conjunto, os textos aqui reunidos mostram a forma como a adesão à União Europeia serviu para materializar uma cidadania democrática, mais igualitária e mais inclusiva, que em muitos casos já havia sido legislada mas faltava pôr em prática. Se é verdade que em Portugal e democratização trouxe consigo um conjunto de direitos de cidadania, também é certo que o legislador foi maximalista num contexto pouco propício do ponto de vista da realidade social. Com a entrada na EU e a consequente europeização e modernização do país que alguns desses direitos começaram a existir de facto, e não apenas nas leis. A europeização, na medida em que reforçou o Estado português e o consolidou através da capacitação do governo para o melhoramento da cidadania.

17/05/2016

Rimas Salgadas

“RIMAS SALGADAS”   Horta, Miguel
Grácio, 2015

Não se sabe muito bem onde começa um livro…o mais certo é começar com um pequeno poema que vai flutuando na cabeça enquanto decorrem os dias. Depois, há um momento habitualmente despoletado por uma criança, a vontade muito grande de comunicar com essa pequena pessoa. Bom, talvez tudo isto tenha começado na minha infância, na praia do Vau (Portimão) numa daquelas madrugadas que antecedem um memorável dia de pesca a bordo do Sabiá (o barco do meu Tio). Ou ainda, mais pequenino, revirando as pedras na maré vazia à procura de animais escondidos nas poças de água, sendo surpreendido por um polvo bebé muito zangado que logo tingiu tudo de preto com o seu ferrado. O certo é que todo aquele azul que despenhava em ondas sobre os meus pés continha algo de intrinsecamente concordante com os meus olhos e com a minha existência, ao ponto de passar intensamente para a minha pintura. Agora está aí o livro e responde a algumas preocupações que me veem assaltando. As crianças sabem pouco sobre o oceano; não há tempo para o mar no meio de tanta meta curricular, sendo certo que só conseguimos defender aquilo que conhecemos bem.

Mais Cenas de uma Adolescente

“MAIS CENAS DE UMA ADOLESCENTE”   Bravo, Maria
Arena, 
2015


"Este livro é resultado de um trabalho conjunto entre a liberdade da ficção e o rigor da ciência, com um único objetivo: conseguir que a adolescência deixe de ser uma coisa tão estranha."

Ficas nervosa quando estás a sós com um rapaz? Queres começar a sair à noite e os teus pais marcam-te horas para chegar a casa?

Aproveita a história da Vera para ficares a saber mais sobre o que a adolescência traz com ela.

Cultura e Humanismo

“CULTURA E HUMANISMO”   Lorda, Juan Luis
Encontro da Escrita, 2015

«Os bens invisíveis são luminosos, claros, imateriais e algo misteriosos, capazes de abrir horizontes e dar beleza à existência. E são liberais, porque têm muito de dom gratuito e, ao mesmo tempo, expandem, iluminam e adornam a liberdade, e elevam-na acima do comportamento instintivo ou gregário.
Formam a verdadeira cultura humana, que nada tem a ver com os fogos artificiais do snobismo.
Escrevi este livro da forma mais simples possível. Não só para que se torne mais fácil de ler, mas também porque aquilo que toda a gente entende submete-se ao juízo de todos. É um risco e ao mesmo tempo uma garantia. As grandes abstrações são mais cómodas ao escrever e dão um aspeto mais brilhante, mas com os seus fulgores encobrem a realidade»

(do Prólogo do Autor).

Felizmente há Luar

“FELIZMENTE HÁ LUAR”   Monteiro, Luís Sttau
Areal Editores, 2015

Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.

Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.
É com esta citação que o Professor José Oliveira Barata, autor de Para Compreender Felizmente Há Luar!, estudo publicado também por Areal Editores, ilustra o facto de o texto dramático constituir apenas um primeiro passo para fomentar, em quem ensina e em quem aprende, o gosto pelo Teatro, entendido como expressão cultural socialmente condividida.

06/05/2016

O Último Cais

O ÚLTIMO CAIS   Marques, Helena
Leya, SA, 2009


«O Último Cais é um texto envolvente, sedutor, pela sua aparente simplicidade. Pela sua beleza. Pela sua força, tecida de pequenas fragilidades, de pequenas fragrâncias de pequenas cintilações musicais...» Maria Teresa Horta

Som Anoitecido O Dom Intranquilo

SOM ANOITECIDO   Neves, Orlando Loureiro

O DOM INTRANQUILO   Letria, José Jorge

Câmara Municipal de Tondela

1995

Coletânea de poemas de Orlando Loureiro Neves galardoada com o 1º Prémio Literário Paulo Cid em 1992


Coletânea de poemas de José Jorge Letria galardoada com o 1º Prémio Literário Paulo Cid em 1993

Diário de uma Avó-Galinha

DIÁRIO DE UMA AVÓ-GALINHA   Stilwell, Isabel
Verso de Kapa, 2015


A chegada dos netos apanha-nos de surpresa. Durante nove meses imaginamo-nos preparados, afinal, como podia ser de outra forma se já fomos pais? Pensamos sempre: basta-nos ser «só avós», uma retaguarda serena, com a vantagem de noites bem dormidas, só com as partes boas… E talvez assim fosse, se resistíssemos a apaixonar-nos incondicionalmente. Quando damos por nós, já fomos apanhados e só nos resta aprender a nadar nestas águas, que nem sempre são calmas. Este livro é um diário que resume cinco anos desta fantástica descoberta que fui fazendo à medida que a Carminho e a Madalena, as minhas primeiras netas, foram crescendo. É por causa delas que continuam as muitas conversas com filhos, noras e genros, e também com outros avós, até porque entretanto outros netos chegaram. E também é esta descoberta diária que me leva, tantas vezes, a procurar respostas na sabedoria do Eduardo Sá, no programa «Dias do Avesso», conversas que não resisti a incluir neste livro. Decididamente, ser avó é isto mesmo: é mudar para sempre a forma de ver o mundo e embarcar alegremente numa viagem sem retorno.

03/05/2016

Perguntem a Sarah Gross

PERGUNTEM A SARAH GROSS   Coelho, João Pinto
D. Quixote, 2015


Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador. 
Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio Leya em 2014.

Pegadas na areia


PEGADAS NA AREIA   Powers, Margaret Fishback
Estrelapolar
2015

   Quase todas as pessoas já leram ou ouviram, pelo menos uma vez, o poema Pegadas na Areia. Alguém observa a trajectória da sua vida na forma de pegadas deixadas na areia. Ao lado das suas, há outro par de pegadas, numa metáfora de que o senhor caminha sempre ao lado daqueles que n’Ele confiam. 

   Uma noite tive um sonho. 
Estava a passear na praia com o meu senhor. 
Pelo céu escuro passavam cenas da minha vida. 
Por cada cena, percebi que eram deixadas dois pares 
de pegadas na areia, 
um que me pertencia 
e outro do meu Senhor. 


   O poema Pegadas na Areia foi escrito em 1964 por Margaret Fishback, uma jovem que procurava orientação numa encruzilhada da sua vida. 
A criação do poema, a sua perda subsequente e a sua espantosa redescoberta estão interligados com a história do encontro de Margaret com o seu marido Paul e os desafios e alegrias da sua vida em conjunto. 
   Esta história proporcionará renovação espiritual e emocional a qualquer leitor que queira conhecer a verdadeira origem de um poema que, ao longo de décadas, passando de mão em mão, impresso, divulgado na Internet, dito, atribuído aos mais variados autores ou a nenhum, tem inspirado e confortado muitos milhares de pessoas no mundo inteiro. 

26/02/2016

Diário de uma Avó-Galinha

DIÁRIO DE UMA AVÓ-GALINHA   Stilwell, Isabel
Verso de Kapa, 2015


A chegada dos netos apanha-nos de surpresa. Durante nove meses imaginamo-nos preparados, afinal, como podia ser de outra forma se já fomos pais? Pensamos sempre: basta-nos ser «só avós», uma retaguarda serena, com a vantagem de noites bem dormidas, só com as partes boas… E talvez assim fosse, se resistíssemos a apaixonar-nos incondicionalmente. Quando damos por nós, já fomos apanhados e só nos resta aprender a nadar nestas águas, que nem sempre são calmas. Este livro é um diário que resume cinco anos desta fantástica descoberta que fui fazendo à medida que a Carminho e a Madalena, as minhas primeiras netas, foram crescendo. É por causa delas que continuam as muitas conversas com filhos, noras e genros, e também com outros avós, até porque entretanto outros netos chegaram. E também é esta descoberta diária que me leva, tantas vezes, a procurar respostas na sabedoria do Eduardo Sá, no programa «Dias do Avesso», conversas que não resisti a incluir neste livro. Decididamente, ser avó é isto mesmo: é mudar para sempre a forma de ver o mundo e embarcar alegremente numa viagem sem retorno.

25/02/2016

Vela


VELA   Evans, Jeremy/ Heikell, Rod/ Jeffery, Tim/ O’Grady, Andy

Livraria Civilização Editora

2008


Aprenda as técnicas essenciais para velejar, desde aparelhar o barco até virar por d’avante e cambar. Saiba qual o melhor equipamento e vestuário para quaisquer circunstâncias e tipos de vela. Explore os melhores destinos do mundo para velejar, desde o Mediterrâneo até às Antilhas.

O Enigma do Sapato


O ENIGMA DO SAPATO   Christie, Agatha

ASA

2009


O que levou um amável dentista como o Dr. Morley a suicidar-se? Ele era saudável e não tinha problemas financeiros ou amorosos. O que ele tinha era um encontro marcado com Hercule Poirot, que não fica convencido de tal acto de desespero e se encarrega pessoalmente de interrogar os pacientes, colegas e amigos do bom doutor. 
Poirot desconfia que o Dr. Morley não era uma vítima assim tão improvável de homicídio. Nem que fora apenas a primeira…

O Rapaz que Nadava com as Piranhas

O RAPAZ QUE NADAVA COM AS PIRANHAS   Almond, David
Editorial Presença, 2014


Quando o Estaleiro Simpson encerrou, as pessoas que tinham trabalhado ali tiveram de ir em busca do seu sustento noutros locais. Só o tio de Stanley ficou, transformando a casa da família numa empresa de conservas de peixe, o que tornou a vida de todos uma verdadeira loucura. Um dia Stanley descobre que uma feira popular itinerante tinha chegado à cidade. Ao visitá-la, fica tão fascinado que, incapaz de suportar por mais tempo viver na casa do tio, vai com a feira para longe dali, passando a trabalhar numa barraca onde havia peixinhos dourados. E foi assim que veio a conhecer Pancho Pirelli, um homem capaz de nadar com as piranhas.

Filha do Mar

FILHA DO MAR   Gilbert, Elizabeth
Bertrand Editora, 2009


Se o livro de memórias Comer, Orar, Amar conquistou a crítica e milhões de leitores em todo o mundo, o primeiro romance de Elizabeth Gilbert, Filha do Mar, promete não se ficar por menos. 

No livro a autora apresenta-nos uma jovem tão irreverente, destemida, inteligente e vencedora como a sua prosa. Filha do Mar é um Romeu e Julieta dos tempos modernos. Imagine uma comunidade de gananciosos pescadores em lutas territoriais pela pesca da lagosta, nas águas costeiras do Maine. Foi aqui que nasceu Ruth, a jovem de 18 anos que decide abandonar o colégio interno onde estuda para se juntar a estes "homens austeros". De volta às suas origens rurais, Ruth acaba não só por se envolver a fundo nas disputas da sua comunidade como se apaixona por um jovem e atraente pescador.

Amor e humor perpassam todo o livro.