07/03/2014

NOVIDADES MARÇO

- “ Um Homem não Chora” -  Luís Sttau Monteiro
“ Nesta obra, Luís Sttau Monteiro dá a conhecer a sociedade do Estado Novo. Como lhe é habitual, a partir do conflito interior de um homem, não só em relação ao seu casamento, mas também em relação ao contexto político-social do seu tempo.
Na novela Pôr-do-Sol no Areeiro, o mesmo autor enuncia a austeridade dos valores impostos e transmitidos pela sociedade, ao mesmo tempo que denuncia a transigência com que esses mesmos valores são aplicados no dia-a-dia. Ambas as histórias põem em evidência diferentes situações da realidade portuguesa, por um lado a austeridade de costumes e, por outro, uma certa libertinagem vivida no quotidiano.”

- “ Triplo” – Ken Follet
“ Acredita-se que, em 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar a dotar o Egito da bomba com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar rasto. Follet pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela um thriller único, onde um suspense de alta voltagem se combina com factos históricos. Ao descobrir a manobra entre aqueles dois países, que significaria uma grave desvantagem para Israel, a Mossad destaca o agente Nat Dickstein, conhecido como «o pirata», para levar a cabo uma missão que à partida parecia impossível. Contra ele estão  a KGB, os serviços secretos egípcios e extremistas muçulmanos. Nat apenas pode contar com uma mulher de origem meio inglesa meio árabe e de lealdade duvidosa. Triplo é a fascinante história de um espantoso golpe de espionagem e um dos mais bem guardados segredos do século passado.”

- “ Em Território Pirata” – Michael Crichton
“ As Caraíbas, 1665. Uma remota colónia da Coroa inglesa, a ilha da Jamaica resiste contra a imensa supremacia do império espanhol. Port Royal, a sua capital, é uma cidade impiedosa de tavernas, antros de jogo e casas de má fama.
Não é fácil sobreviver num clima tórrido como este. Pode-se morrer de uma simples doença – ou quem sabe da facada de um punhal. Para o capitão Charles Hunter, o ouro dos espanhóis servia para ser capturado, e a lei da terra encontrava-se nas mãos daqueles que eram suficientemente impiedosos para a imporem.

No porto, espalham-se rumores de que o galeão El Trinidad, recém-chegado de nova Espanha, está a ser reparado num porto próximo. Pesadamente fortificado, este porto inexpugnável é guardado por Cazalla, um homem sedento de sangue, e pelo comandante preferido do próprio rei de Espanha. Com o apoio de um aliado poderoso, Hunter reúne uma tripulação de homens endurecidos para se infiltrar no avançado posto inimigo e assaltar o El Trinidad, confiscando a sua fortuna em ouro espanhol. O assalto é tão perigoso quanto as mais sangrentas lendas da ilha, e Hunter irá perder mais do que um homem antes de conseguir pôr um pé em costas estrangeiras, onde uma selva densa e o poder de fogo da infantaria espanhola o separam do tesouro…”
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