28/02/2014

FEVEREIRO - NOVOS LIVROS XIX

- “ As Dez Figuras Negras” – Agatha Christie
“ Dez desconhecidos, que aparentemente nada têm em comum, são atraídos pelo enigmático U. N. Owen a uma mansão situada numa ilha da costa de Devon. Durante o jantar, a voz do anfitrião invisível acusa cada um dos convidados de esconder um segredo terrível, e nessa mesma noite um deles é assassinado.
A tensão à medida que os sobreviventes se apercebem de que não só o assassino está entre eles como se prepara para ir atacando uma e outra vez… O que se segue é uma obra-prima de terror. À medida que cada um dos hóspedes é brutalmente assassinado, as suas mortes vão sendo “celebradas” através do desaparecimento de uma de dez estátuas, as “dez figuras negras”.
Restará alguém para um dia contar o que de facto se passou naquela ilha”?

- “ O Fiel Jardineiro” – John Le Carré
“ Nas margens do lago Turkana, no Quénia, uma mulher jovem e bela, Tessa Quayle, é brutalmente assassinada. O seu suposto amante e companheiro de viagem, um médico sul-africano, desapareceu sem deixar rasto. Justin, o marido de Tessa, ambicioso diplomata da Embaixada Britânica em Nairobi, e grande amante da jardinagem, não aceita a versão oficial do crime e empreende, por sua conta e risco, uma busca pessoal em perseguição dos assassinos de sua mulher. A procura da verdade leva-o do ministério dos Assuntos Exteriores em Londres, através da Europa e do Canadá, de volta a África, ao Sudão e finalmente ao local onde Tessa morreu. Nesta Odisseia cheia de espanto, Justin conhece o terror, a violência, o riso, a conspiração e a sabedoria. Mas a grande revelação da sua virgem é a mulher a quem não teve tempo de amar verdadeiramente.”

- “ A Soma dos Dias” – Isabel Allende
“ Nas páginas deste livro, Isabel Allende narra com franqueza a história recente da sua vida e da sua peculiar família na Califórnia, numa casa aberta, cheia de gente e de personagens literárias, e protegida por um espírito: filhas perdidas, netos e livros que nascem, êxitos e sofrimento, uma viagem ao mundo dos vícios e outras a lugares remotos do mundo em busca de inspiração, juntamente com divórcios, encontros, amores, separações, crises matrimoniais e reconciliações.
Também é uma história de amor entre um homem e uma mulher maduros que ultrapassaram juntos muitos obstáculos sem perderem a paixão nem o humor, e de uma família moderna, desgarrada por conflitos e unida, apesar de tudo, pelo carinho e a decisão de continuar em frente. Esta é a família que descobrimos em Paula e que descende das personagens de A Casa dos Espíritos.

Uma obra emotiva e escrita no tom irónico e apaixonado que caracteriza a autora, na qual nos entrega a soma dos seus dias como mulher e como escritora.”
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